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Obama: um caso de sucesso na internet

segunda, 12 de julho de 2010

Texto por Daniela Almeida Teixeira e Thiago Arantes

Os recursos da Internet chegaram para transformar nossa rotina e o que é mais surpreendente é que ambientes os mais variados formam uma rede de relacionamentos que pode atingir o mundo como um todo.

Recentemente o mundo esteve diante do maior case de sucesso na internet, onde o então presidente dos Estados Unidos – Barack Obama – se elegeu utilizando o que há de mais moderno em termos de interação na internet.

Abaixo, anexei o texto de Thiago Arantes para que você empresário possa começar a pensar o que está na sua mão para construir um ambiente saudável do seu negócio.
Agências digitais hoje em dia são especialistas em criar essas estratégias e a um custo relativamente baixo você pode colocar sua empresa nos patamares mais altos de interatividade e personalização.

Precisando de ajuda, fale comigo pois o próprio Sebrae Minas lançou recentemente uma série de redes sociais no seu portal, visando atingir o seu público-alvo das formas mais variadas.

Veja em nosso portal www.sebraemg.com.br que quando você entrar em todas as páginas do site as redes sociais serão apresentadas no final dos textos.

Bem, vamos à síntese do caso de sucesso de Barack Obama:

Ninguém estava procurando por Obama… 2007

- 130 mil seguidores no Twitter
- 14 milhões de views em apenas um vídeo no YouTube
- um grupo no Facebook com 2,3 milhões de membros
- 3,1 milhões de doadores 2008

Obama utilizou menos de 2% de seu budget total para ações online. Enquanto a campanha de McCain utilizou a internet somente como mais um meio de divulgar sua campanha, Obama focou na natureza viral e democrática da web.

Crie ações onde as pessoas estão, não onde você quer que elas estejam:

1 MyBarackObama.com
16 Espaços sociais oficiais (De acordo com a etnia e perfil psicográfico do público)
500+ Grupos no Facebook (Criados espontaneamente pelos usuários)
75% da comunidade está “lá fora” Facebook (Oficial).

Planejamento sustentável + Ações de impacto:

- Interações * Tempo
- Ações de impacto
- Planejamento Sustentável
Exemplos: • Concursos de vídeo • MyBarackObama.com • Ações in-game • Perfis em 16 redes sociais • Vídeos virais • Widgets para arrecadação * http://darmano.typepad.com/

Call to action: Converta cliques em algo real para seu público

MyBarackobama.com: Uma rede social onde os eleitores podem criar seus próprios blogs para discussão, enviar recomendações diretamente à campanha, criar seu mini-site para arrecadação de doações, organizar eventos, etc.

Obama não pedia para que os usuários entrassem em seu site e fizessem doações, ele colocou widgets de doação nas redes já existentes. Preferiu engajar e motivar os eleitores sobre a campanha e facilitar a doação com ferramentas de interação pulverizadas nas mídias sociais.

A internet foi responsável por 87% de toda a arrecadação da campanha de Obama. Apenas em setembro foram mais de U$ 100 milhões. 93% dos doadores contribuíram com menos de US$100.

Não apenas esteja presente em toda parte, mas entenda a dinâmica de cada ambiente.John Edwards foi o primeiro candidato a criar perfis em redes sociais, 24 ao todo. Os perfis não era utilizados para se conectar aos eleitores, a p e n a s p a ra p r o m ove r o c a n d i d a t o. Ele não foi capaz de enviar uma mensagem de agradecimento aos apoiadores quando abandonou a corrida eleitoral.

Os vídeos foram umas das ferramentas de comunicação mais utilizadas em sua campanha. Discursos, depoimentos e video-clips foram publicados em canais de video-sharing. Apenas o clipe “Yes We Can”, produzido por Will.i.am, atingiu mais de 14 milhões de views. ` http://www.youtube.com/watch?v=jjXyqcx-mYY

Wassup 2008 Paródia do comercial feito pela Budweiser em 2000 http://www.youtube.com/watch?v=Qq8Uc5BFogE

Twitter de Barack Twitter de John Obama McCain
Mais de 130 mil seguidores Menos de 5 mil seguidores
Atualizações diárias, 263 ao todo. 25 atualizações durante toda a campanha

O problema? Não havia interação., . Ele simplesmente esqueceu de enviar um tweet lembrando seus eleitores de votar no dia da eleição!

Perfil de Barack Obama no Youtube x Perfil de John McCain no YouTube
John McCain:
Cerca de 1.800 vídeos
Pouco mais de 330 postados
Exibições do Canal: 2.185.174
Barack:
vídeos postados 134.846
Inscritos: 29.200
Exibições do canal: 19.565.669

Aplicativo para iPhone: Conteúdo
multimídia

integrado
com
o
site,
notícias,
 agenda,
notificações,
etc.


Yes, we can: Estimule o conteúdo gerado pelo seu público e seja estimulado por ele.

YouBama Canal de vídeos feitos por usuários: Era possível subir um vídeo dizendo por que você votaria em Obama ou por que você não votaria nele.

Conteúdo gerado pelo usuário: Concurso de vídeos obamain30seconds.org 1.100 vídeos enviados e mais de 5,5 milhões de votos. O ganhador viu seu filme na TV.

Conteúdo gerado pelo usuário: O Ganhador do concurso Obama in 30 seconds http://www.youtube.com/watch?v=YvO1xELHp3k

Conteúdo gerado pelo usuário: A maior parte das fotos de seu perfil no Flickr não era de profissionais, mas tiradas por eleitores voluntários durante todas as etapas da campanha. Os resultados do Flickr dão 5 vezes mais Obama do que John Mccain! Mccain não tinha perfil nessa rede social.

Conteúdo gerado pelo usuário: Paródia do clássico filme da Apple “1984” Mais de 5 milhões de views http://www.youtube.com/watch?v=6h3G-lMZxjo (A equipe de Obama assumiu a autoria do vídeo posteriormente)

Conteúdo gerado pelo usuário: Obama Girl criado pelo Barely Political: Mais de 12 milhões de views apenas no primeiro vídeo http://www.youtube.com/watch?v=wKsoXHYICqU

www.HopeActChange.com Site interativo onde as fotos enviadas pelos eleitores montam um mosaico animado no vídeo mais famoso da campanha.

E agora? Eleição vitoriosa.

Não há mais necessidade das mídias sociais?
Os perfis serão apagados?
Existe um potencial enorme sobre toda essa base constituída. O ideal seria transformar essas ferramentas eleitorais em ferramentas de comunicação política, que consigam dialogar com a população, identificando tendências e aproximando o contato do governo com a população americana.

Change.gov (48 horas depois de ser anunciado presidente): Ambiente para que eleitores possam enviar idéias e opinar sobre os mais variados assuntos sobre o mandato. O site ainda conta com um blog onde serão detalhados os passos de Obama e ensinados à população princípios da administração pública.

Discurso semanal no Youtube: E ele não será o único em sua administração a ”estrelar” na web. Líderes da transição, conselheiros políticos e membros do gabinete também aparecerão em vídeos regularmente

RedesSociais.br

quarta, 23 de junho de 2010

Vídeo por Agência Click, em 29 de Janeiro de 2010

A AgênciaClick realizou um radar completo do perfil dos brasileiros nas Redes Sociais. Confira.

Ficha técnica:
Vice Presidente de Criação: Raphael Vasconcellos
Diretora de Criação: Juliana Constantino
Redação: André Pinheiro, Estêvão Queiroga
Direção de Arte: Diego Araújo
Direção de Vídeo: Steve ePonto
Edição: Fernando Colares
Animação: Fabrício Lúcio, Fernando Colares
Planejamento, Pesquisa e Concepção: Douglas Mello, Marina Pires
Locução: Estêvão Queiroga
Trilha e efeitos sonoros: Angels

Fontes:
COMSCORE, TWITTER, IBOPE NIELSEN ONLINE, THE TIMES, STF SUPERIOR TRIBUNAL FEDERAL/ IBGE, REVISTA MUNDO ESTRANHO, SITE REDE GLOBO, UNIVERSAL MCCANN WAVE 3, CÂMARA BRASILEIRA DO LIVRO, E VENDAS DO SETOR EDITORIAL BRASILEIRO – CÂMARA BRASILEIRA DO LIVRO (CBL) E PELO SINDICATO NACIONAL DOS EDITORES DE LIVROS (SNEL).

Empresas apostam nas Redes Sociais

sábado, 12 de junho de 2010

Empresas x Redes Sociais

Vídeo por Rede Minas, em 28 de Abril de 2010

Empresas brasileiras descobrem o Twitter

Texto por Marianna Aragão – O Estadao de S.Paulo, em 23 de fevereiro de 2009

Mais uma onda surgida entre aficionados por internet e tecnologia começa a despertar a atenção e os investimentos do mundo corporativo. Com crescimento de 900% em tráfego nos últimos 12 meses, a rede de microblogs Twitter tornou-se também assunto de empresários, publicitários e empreendedores – até mesmo no Brasil.

A plataforma que permite a um usuário publicar mensagens curtas (até 140 caracteres) e formar uma rede de seguidores nasceu há três anos e tem hoje cerca de 7 milhões de adeptos, que acessam ou recebem as mensagens por e-mail, celular ou sites específicos.

São Paulo já é a quarta cidade que mais usa o Twitter, depois de Londres, Nova York e San Francisco, informou recentemente Biz Stone, um dos fundadores da rede.

A ferramenta tornou-se tão popular que atrai investimentos mesmo nestes tempos de crise. Há duas semanas, os fundadores da rede divulgaram ter recebido um novo aporte das empresas Benchmark e Institutional Venture Partners – o valor não foi revelado, mas as estimativas eram de que chegaria a US$ 35 milhões.

Nos negócios, o uso da ferramenta vem se disseminando. A rápida troca de informações que a plataforma permite inspirou empresas como Dell, Motorola, Panasonic e Jet Blue nos Estados Unidos. Ao menos 36 das 100 maiores empresas do país, pelo ranking da revista Fortune, usam o Twitter. As aplicações variam: vão desde divulgação de promoções até suporte técnico a consumidores.

Pioneira, a fabricante de computadores Dell começou em 2007. No Brasil, a empresa lançou seu microblog na semana passada. A companhia estreou anunciando uma promoção de notebooks especial para o carnaval. Além de ofertas, o canal deverá ter informações sobre lançamentos.

Atualmente, a Dell está conectada com 60 mil pessoas no mundo, em diferentes contas do Twitter. “Acreditamos que esse número vai parecer pequeno no futuro”, afirmou ao Estado o vice-presidente de Comunidade e Conversações da Dell mundial, Bob Pearson.

Com 30 mil “seguidores”, uma das contas mais populares da Dell no Twitter informa sobre promoções na loja de ponta de estoque da empresa. Em outra página, um funcionário dá dicas técnicas sobre os laptops da marca. A estratégia já rendeu US$ 1 milhão em vendas para a companhia, afirma o executivo.

EXPERIÊNCIA

No mercado brasileiro, o uso corporativo do Twitter ainda segue a linha experimental. Fiat, Telefônica (por meio do portal Terra) e Brastemp utilizaram microblogs em campanhas específicas. A rede varejista Wal-Mart criou uma conta como parte de sua estratégia de vendas online. Poucas empresas, como a construtora Tecnisa, adotaram a novidade como uma ferramenta permanente de marketing.

“Usamos para comunicar lançamentos e novidades”, diz o diretor de marketing da Tecnisa, Romeo Busarello. O executivo admite, porém, que o público que acompanha a empresa no Twitter, de 300 pessoas, não é o mesmo que visita seus estandes de venda. “Tenho consciência de que não vou vender apartamento pelo Twitter.”

Muitos dos “seguidores” da Tecnisa são blogueiros, publicitários e profissionais do mercado imobiliário, afirma Busarello. “O Twitter nos ajuda a formar opinião no mercado. Somos comentados junto a um público antenado.” A empresa foi uma das primeiras a entrar no mundo virtual do Second Life, há dois anos. A experiência, porém, não rendeu frutos. Meses depois, a Tecnisa abandonou o Second Life – assim como várias outras empresas.

Para David Reck, diretor da agência especializada em mídia digital Enken, a grande diferença do Twitter para o Second Life é que a plataforma de microblogs não exige grandes investimentos das empresas. A linguagem de programação do mundo virtual obrigava as companhias a contratar técnicos de computação.

Segundo o especialista, o Twitter também traz um benefício imediato – e um dos poucos mensuráveis – para a empresa: a melhora no posicionamento em sites de busca como o Google. “O Twitter aumentou nosso tráfego na internet, a custo zero”, diz Busarello.

No entanto, também há riscos na estratégia. Segundo David Reck, as empresas não podem perder de vista uma das premissas do Twitter – a de que um usuário só recebe mensagens das contas que autoriza. “Não convém seguir e ser seguido por pessoas sem uma conexão com o assunto ou setor abordados. Isso pode até prejudicar a marca.”

A jornalista Bia Granja, de 28 anos, usuária há dois anos, tem uma das contas mais populares do Twitter no Brasil: mais de 1.900 pessoas a seguem. Mas poucas empresas conseguiram despertar seu interesse. “Muitas ainda não sabem como usar, publicam coisas que interessam a elas, e não ao usuário”, comenta.

A única experiência positiva com um Twitter corporativo, segundo Bia, foi no ano passado. A paulistana acompanhou a conta do portal Terra, do grupo Telefônica, que promovia um evento em São Paulo. Por meio de um microblog, a empresa informava sobre as condições de trânsito e disponibilidade de ingressos. “A prestação de serviço é uma boa alternativa às companhias”, diz Bia.

Twitter Orkut Facebook

Twitter

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